Dean Araujo Costa, conselheiro tutelar, esclarece ação do Conselho Tutelar do município de Viana.Maria Antônia Mendes, mãe das meninas, e o conselheiro tutelar do município, Dean Araujo Costa, já foram ouvidos.
Roberta Gomes/Imirante
SÃO LUÍS - Começaram, por volta das 11h, os trabalhos do segundo dia de audiências da CPI da Pedofilia, coordenados pelo senadores Magno Malta (PR-ES) e José Nery (PSOL-PA). As duas meninas abusadas sexualmente pelo professor da escola, João Batista Alves Silva, no município de Viana, estão são ouvidas neste momento. Elas estão encapuzadas, para evitar exposição.
O cronograma da CPI havia sido modificado: voltou-se ao caso de Bom Lugar, que resultou, ontem (14), na prisão de duas pessoas. O promotor Luiz Gonzaga Coelho, de Bacabal, está falando das ações do Ministério Público no caso.
Maria Antônia Mendes, mãe das meninas, e o conselheiro tutelar do município, Dean Araujo Costa, já foram ouvidos. Também será ouvido o acusado, o professor João Batista.
Maria Antônia Mendes relatou que foi amante do professor João Batista e que ele a tratava como pai. Na época que o casal se separou as meninas tinham 3 e 5 anos respectivamente. Por confiar muito no ex-amante, que tratava as meninas como pai, a mãe sempre permitiu que as meninas passeassem com ele. Tempos depois, começaram os boatos de que João Batista Alves ia ao motel com elas e que estava abusando das meninas.
A história foi confirmada por pessoas que testemunharam a entrada do professor com as meninas num motel da cidade, e as duas meninas acabaram contando o que estava acontecendo para o atual marido de Maria Antônia Mendes, que já havia desconfiado do abuso por parte do professor. As meninas, hoje com 12 e 14 anos, nunca conseguiram contar o que acontecia para a mãe.
João Batista Alves Silva continua trabalhando na escola estadual do município e sua prisão foi negada duas vezes pelo juiz responsável pelo município. O caso está sendo tratado pelo Conselho Tutelar e pela promotoria local, de responsabilidade do promotor Raimundo Benedito.
Roberta Gomes/Imirante
SÃO LUÍS - Começaram, por volta das 11h, os trabalhos do segundo dia de audiências da CPI da Pedofilia, coordenados pelo senadores Magno Malta (PR-ES) e José Nery (PSOL-PA). As duas meninas abusadas sexualmente pelo professor da escola, João Batista Alves Silva, no município de Viana, estão são ouvidas neste momento. Elas estão encapuzadas, para evitar exposição.
O cronograma da CPI havia sido modificado: voltou-se ao caso de Bom Lugar, que resultou, ontem (14), na prisão de duas pessoas. O promotor Luiz Gonzaga Coelho, de Bacabal, está falando das ações do Ministério Público no caso.
Maria Antônia Mendes, mãe das meninas, e o conselheiro tutelar do município, Dean Araujo Costa, já foram ouvidos. Também será ouvido o acusado, o professor João Batista.
Maria Antônia Mendes relatou que foi amante do professor João Batista e que ele a tratava como pai. Na época que o casal se separou as meninas tinham 3 e 5 anos respectivamente. Por confiar muito no ex-amante, que tratava as meninas como pai, a mãe sempre permitiu que as meninas passeassem com ele. Tempos depois, começaram os boatos de que João Batista Alves ia ao motel com elas e que estava abusando das meninas.
A história foi confirmada por pessoas que testemunharam a entrada do professor com as meninas num motel da cidade, e as duas meninas acabaram contando o que estava acontecendo para o atual marido de Maria Antônia Mendes, que já havia desconfiado do abuso por parte do professor. As meninas, hoje com 12 e 14 anos, nunca conseguiram contar o que acontecia para a mãe.
João Batista Alves Silva continua trabalhando na escola estadual do município e sua prisão foi negada duas vezes pelo juiz responsável pelo município. O caso está sendo tratado pelo Conselho Tutelar e pela promotoria local, de responsabilidade do promotor Raimundo Benedito.

3 comentários:
essa mulher quer somente crescer na vida financeira arrastando o nosso professor para lama mas Deus esta no céu vendo por ele e vai tira ele dessa! e lembrando que aqui se faz aqui se paga.
Batista Cunha homem de bem.
Fui aluna do CEMA durante toda a minha adolecência. Tenho um respeito e um carinho enorme,por esse profissíonal chamado:Batista Cunha,cursei o nível médio na escola normal vianense e nunca se ouviu nada a respeito e contra a moral desse cidadão.Hoje com 33 anos, lembro que sofri rejeições por parte da professora Lucimar, hoje,se julga dona da cidade,e acusada de não exercer a democracia,tirando o direito de expressão dos cidadões insatisfeitos com sua autoridade maldosa e insana,escolhia a turma que gostaria de dar aulas,pois filhos de seus disafetos,que são inumeros,não permaneciam em sua turma,deixando o profissionalismo mais uma vez,por baixo, prevalacendo,sentimentos rancorosos e anti-éticos. QUE PREVALEÇA A JUSTIÇA,tenho certeza que o meu professor,passou a ser alvo,depois de representar o povo,e falar em uma rádio comunitária o que encomoda a parte corrupta podre de uma política que todos já sabem o final...PIZZA. Brasília,25 de setembro de 2009.
Fui aluna do CEMA durante toda a minha adolecência. Tenho um respeito e um carinho enorme,por esse profissíonal chamado:Batista Cunha,cursei o nível médio na escola normal vianense e nunca se ouviu nada a respeito e contra a moral desse cidadão.Hoje com 33 anos, lembro que sofri rejeições por parte da professora Lucimar, hoje,se julga dona da cidade,e acusada de não exercer a democracia,tirando o direito de expressão dos cidadões insatisfeitos com sua autoridade maldosa e insana,escolhia a turma que gostaria de dar aulas,pois filhos de seus disafetos,que são inumeros,não permaneciam em sua turma,deixando o profissionalismo mais uma vez,por baixo, prevalacendo,sentimentos rancorosos e anti-éticos. QUE PREVALEÇA A JUSTIÇA,tenho certeza que o meu professor,passou a ser alvo,depois de representar o povo,e falar em uma rádio comunitária o que encomoda a parte corrupta podre de uma política que todos já sabem o final...PIZZA. Brasília,25 de setembro de 2009.
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