Blog do Luis Cardoso
Uma movimentação financeira que envolvia
milhões quase foi executada para libertar os principais acusados pelo
assassinato do jornalista e blogueiro Dé Sá, morto no dia 23 de abril do anão
passado.
A operação iria cair em um plantão de final de semana no Tribunal de Justiça do Maranhão. Pelo plantão passaram três desembargadores e o filho de um deles estava se preparando para fazer o negócio quando o presidente do TJ, desembargador Guerreiro Júnior, tomou conhecimento e a negociação foi interceptada.
O próprio secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, tomou conhecimento da transação que iria envolver a soltura dos principais acusados como mandantes pela execução do jornalista.
Iriam ser soltos através de habeas corpus que seriam acatados durante o plantão. O presidente do TJ confirmou a operação, mas ne negou a declinar nome e valores que seriam distribuídos.
A movimentação do dinheiro teria sido fruto de uma arrecadação entre alguns fortes agiotas que estão do lado de fora e alguns que estão presos.
Mas hoje o desembargador Froz Sobrinho concedeu liminar em habeas corpus favorável ao capitão da PM Fábio Aurélio Saraiva Silva, o Fábio Capita, que esteve preso por oito meses, acusado de ter fornecido a arma, uma pistola P.40 usada para matar Décio Sá.
O pistoleiro Johnatan Silva foi quem confessou que Júnior Bolinha teria dito a ele que a arma do crime pertenci a um capitão, sem citar nomes. A polícia chegou a Fábio Capita pelas ligações entre o militar e Júnior Bolinha, contratante do pistoleiro.
O argumento para acatar o pedido de soltura provisória no plantão do desembargador froz Sobrinho nesse final de semana passada foi a de que o militar não tem razão para intervir sobre qualquer testemunha, na medida em que nenhuma delas fez menção ou imputação ao nome nos depoimentos.
O blog deixa claro que Froz Sobrinho, que esteve no plantão quando a operação para soltar os presos acusados da morte de Décio Sá foi abortada, não fez parte de qualquer tipo de negócio. Aliás, nada de anormal ou ilícito existe contra sua postura ou carreira profissional na área do Direito.
O militar, embora tenha sido beneficiado para responder ao processo em liberdade, tem prisão preventiva decretada pela Justiça do Piauí pela mesma acusação. Se vai ser ou não preso é uma outra questão.
A operação iria cair em um plantão de final de semana no Tribunal de Justiça do Maranhão. Pelo plantão passaram três desembargadores e o filho de um deles estava se preparando para fazer o negócio quando o presidente do TJ, desembargador Guerreiro Júnior, tomou conhecimento e a negociação foi interceptada.
O próprio secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, tomou conhecimento da transação que iria envolver a soltura dos principais acusados como mandantes pela execução do jornalista.
Iriam ser soltos através de habeas corpus que seriam acatados durante o plantão. O presidente do TJ confirmou a operação, mas ne negou a declinar nome e valores que seriam distribuídos.
A movimentação do dinheiro teria sido fruto de uma arrecadação entre alguns fortes agiotas que estão do lado de fora e alguns que estão presos.
Mas hoje o desembargador Froz Sobrinho concedeu liminar em habeas corpus favorável ao capitão da PM Fábio Aurélio Saraiva Silva, o Fábio Capita, que esteve preso por oito meses, acusado de ter fornecido a arma, uma pistola P.40 usada para matar Décio Sá.
O pistoleiro Johnatan Silva foi quem confessou que Júnior Bolinha teria dito a ele que a arma do crime pertenci a um capitão, sem citar nomes. A polícia chegou a Fábio Capita pelas ligações entre o militar e Júnior Bolinha, contratante do pistoleiro.
O argumento para acatar o pedido de soltura provisória no plantão do desembargador froz Sobrinho nesse final de semana passada foi a de que o militar não tem razão para intervir sobre qualquer testemunha, na medida em que nenhuma delas fez menção ou imputação ao nome nos depoimentos.
O blog deixa claro que Froz Sobrinho, que esteve no plantão quando a operação para soltar os presos acusados da morte de Décio Sá foi abortada, não fez parte de qualquer tipo de negócio. Aliás, nada de anormal ou ilícito existe contra sua postura ou carreira profissional na área do Direito.
O militar, embora tenha sido beneficiado para responder ao processo em liberdade, tem prisão preventiva decretada pela Justiça do Piauí pela mesma acusação. Se vai ser ou não preso é uma outra questão.

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