Tenho poucos e verdadeiros amigos com os quais me orgulho de
usar uma expressão que aprendi e vou guardar para sempre: “VOCÊ É UM CARA QUE
TEM ALMA”!
Assim posso definir o amigo Raimundo Nonato (o Pará). Íntegro, pai de família amoroso e correto com todos que faziam parte do seu vasto circulo de amigos.
Convivemos na gostosa infância do interior, em Viana. Caçar passarinhos; jogar bola; tomar banho no lago; pescar; empinar papagaios; pegar água na Moizinha em potes de cerâmica, entre outras lembranças faziam parte da nossa rotina.
O conheci com o epíteto de “Nego” – colocado provavelmente por algum membro da família Soeiro, onde foi recebido e tratado como filho pelo seu Manoel e dona Socorro Soeiro, que para ele era uma segunda mãe.
"Nego” ou “Pará” ele conquistou admiração e amigos na cidade inteira.
No feriadão da Semana da Pátria nos encontramos por acaso no Parque Dilú Melo, em Viana. Foram horas de gostosas conversas e risadas. "Pará" tinha o privilégio de se comportar de forma clássica em todos os momentos, até nas adversidades.
Nesta triste sexta-feira foi abatido em pleno vôo por uma doença incurável, que de forma fulminante e implacável fez o seu bondoso coração parar de bater. Viveu com dignidade.
Ficam as recordações dos inesquecíveis momentos convividos em nossa terra natal; a dor da saudade e o vazio pela perda de um amigo de fé, irmão camarada e... com ALMA!
Com certeza, o pai criador ganhou um parceirão lá nas alturas.
Assim posso definir o amigo Raimundo Nonato (o Pará). Íntegro, pai de família amoroso e correto com todos que faziam parte do seu vasto circulo de amigos.
Convivemos na gostosa infância do interior, em Viana. Caçar passarinhos; jogar bola; tomar banho no lago; pescar; empinar papagaios; pegar água na Moizinha em potes de cerâmica, entre outras lembranças faziam parte da nossa rotina.
O conheci com o epíteto de “Nego” – colocado provavelmente por algum membro da família Soeiro, onde foi recebido e tratado como filho pelo seu Manoel e dona Socorro Soeiro, que para ele era uma segunda mãe.
"Nego” ou “Pará” ele conquistou admiração e amigos na cidade inteira.
No feriadão da Semana da Pátria nos encontramos por acaso no Parque Dilú Melo, em Viana. Foram horas de gostosas conversas e risadas. "Pará" tinha o privilégio de se comportar de forma clássica em todos os momentos, até nas adversidades.
Nesta triste sexta-feira foi abatido em pleno vôo por uma doença incurável, que de forma fulminante e implacável fez o seu bondoso coração parar de bater. Viveu com dignidade.
Ficam as recordações dos inesquecíveis momentos convividos em nossa terra natal; a dor da saudade e o vazio pela perda de um amigo de fé, irmão camarada e... com ALMA!
Com certeza, o pai criador ganhou um parceirão lá nas alturas.
E que ele conforte a família e os amigos, inconsoláveis com
a sua prematura partida.
Valeu, Pará!
Valeu, Pará!

2 comentários:
Perfeita a sua síntese sobre o nosso amigo Pará! Figura maravilhosa, de um comportamento irretocável, uma figura uma exemplar que só cultivou amigos, difícil se não impossível alguém que não gostava e se dava bem com o Pará.
A mim, e creio a muitos deixa saudades mais também um grande exemplo: de pacifismo, de humanismo, de respeito e amizade.
Meus sentimentos a todos os seus familiares.
Paulo Henrique Perna Cordeiro
Amigo Paulinho, vc fez parte desse inesquecível convívio juvenil em nossa Viana, cujas amizades conservamos até hoje, de forma saudável, respeitosa e muito significativa. Nosso amigo Pará partiu precocemente, mas deixou o seu legado e o seu exemplo a ser seguido por todos aqueles que tiveram o privilégio de compartilhar a sua amizade. Abraço.
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